Bakhita permaneceu no catecumenato onde sentiu com
toda clareza o chamado para se fazer religiosa e doar-se
totalmente ao Senhor no Instituto de Santa Madalena de
Canossa.
A 8 de dezembro de 1896, Josefina
Bakhita consagrava-se para sempre ao seu Deus que
ela chamava com meiguice «el me Paron», isto
é, o meu Patrão!